Um radialista, por exemplo, cujo piso salarial é de cerca de 341 reais não vale o que recebe e não pode ser considerado só custo para a empresa. Ele também produz! E muito! Vamos supor, por exemplo, um Operador de Rádio realizando 50 inserções comerciais por dia trabalhado com o valor de 20 reais cada inserção. Ele irá produzir, no mês: 20 (valor do comercial) x 50 (nº de inserções) x 30 (dias do mês) = 30.000

               Ou seja, ele produzirá para a empresa, nas contas brutas hipotéticas feitas acima, 30.000 reais por mês. E só receberá 341 reais!!! Logo, Trabalhador é custo P. nenhuma!!! Ele é lucro. Se as empresas estão usando mal a produção, o problema está nas suas administraçãoes, não nos funcionários.

               Concluindo, se a empresa em que você trabalha estiver dizendo que você é custo para te obrigar a trabalhar mais ou a aceitar qualquer exploração, cuidado! Não caia na armadilha e pense sempre no quanto você produz, não no que recebe. Aprenda a fazer as contas e VALORIZE-SE!
::Custo ou Lucro ? ::
            É muito comum nas empresas os trabalhadores serem informados do quanto eles são um "peso" para o empregador em função dos encargos sociais. Os empresários adoram divulgar isso por dois motivos: primeiro por que faz com que o trabalhador se resigne mais facilmente ao fazê-lo sentir-se culpado. Segundo por que eles estão há muito tentando fazer com que o governo reduza a cobrança de tais encargos sob a alegação de que se assim for, poderão contratar mais. Assim sendo, os salários que as empersas pagam são colocados como um peso para as empresas e os trabalhadores são vistos somente como custos.

A grande questão é: o trabalhador vale o quanto "pesa", ou seja, o valor do trabalhador pode ser medido pelo que ele recebe de salário mais os encargos sociais? Ou será que o verdadeiro valor do trabalhador pode ser medido de outra forma?

            Poucos conseguem perceber que cada trabalhador vale o quanto PRODUZ e não o quanto RECEBE. E é relativamente fácil constatar isso. Isso já foi colocado em edição anterior do Boletim do SINTERTESas às vezes temos que relembrar.
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